Roda do tempo

Estou na roda do tempo. Quase sempre estamos. Uma vertigem insuflável que abomina o mais secreto avanço. Troco, com o companheiro do lado, um postal de amizade na esperança de o deter por entre os dedos. É neste círculo invisível que construo, tantas vezes, o tempo. O que tenho e o que me foge. O que possuo no silêncio da mais amarga noite e o que não agarro na mais sensata luminosidade. Não faço balança porque abomino o que defendo como incomparável. Afinal, cada qual é como o lince que observa, de soslaio, a presa. Uma bandeja com nada. Um serpentear de ilusões. Um cavaco brando oleado por um trago.
A páginas tantas deixo o que nunca deixo. Um palco nu à mercê dos aplausos que não se ouvem.
A páginas tantas deixo o que nunca deixo. Um palco nu à mercê dos aplausos que não se ouvem.
5 Comentários:
Hoje é que se passou de vez!
Não te entendo! Escreve português.
Maria Alice.
Haja sensibilidade.
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